Mais uma vez, os reacionários podem dizer que venceram. Só que vencer para eles implica em desgraça para a nação tricolor. Já era de se esperar que o economista Reub Celestino fosse alijado desse “processo eleitoral”. Afinal, uma gestão dita transitória representaria para essas pragas maracajianas – e agora guimaranianas – um verdadeiro perigo nas intenções quanto à perpetuação dessas nocivas espécies.
A manutenção desses sanguessugas, representadas na pessoa de Marcelo Guimarães Filho, nos impelem acelerar as certezas quanto ao fim de uma instituição que marcou época, porque eles precisam destruir esta história para que suas ilicitudes sejam devidamente escondidas. Certamente, Tiririca pai e júnior é tão bom para a galeria de presidentes do clube, quanto Bush pai e filho foram importantes para os destinos dos Estados Unidos. Trata-se de uma administração natimorta em termos de competência e planejamento.
Dois aspectos estão nas entrelinhas quanto às articulações para sufragar o futuro presidente Marcelo Guimarães Filho. Coloco-o na condição de próximo dirigente porque estaria a essas alturas subestimando minha modesta inteligência em acreditar que aquelas vacas de presépio do Conselho Deliberativo viessem referendar outro nome que não fossem da conveniência dos seus ventríloquos.
No primeiro aspectos deles, os fatores são velhos conhecidos até mesmo de um leigo que se arvore na curiosidade em formular os porquês do apequenamento de um clube, cuja marca é potencialmente grandiosa: refiro-me na preservação, no continuísmo, na certeza de que o poder não vai ser entregue a qualquer “aventureiro”, como costumam propalar os “eternos” em seus discursos medíocres, ainda que agora seja manipulada a questão do “novo”, da jovialidade do executivo, da proposta do “diferente” – mesmo com esvaziamento de idéias – embora boa parte da opinião pública esteja ciente da manutenção dos vícios coronelísticos.
Confira o texto na íntegra aqui
Deputado adia anúncio, mas afirma que não desistiu
Salvador - Prevista para esta sexta-feira à tarde, a confirmação da candidatura do deputado federal Marcelo Guimarães Filho à presidência do Bahia foi adiada. Apesar de a notícia da véspera dar como certo o anúncio para hoje, o jovem político preferiu esperar um pouco mais.
"A gente está ainda nesse processo de conversação. Antes de bater o martelo, quero esgotar o máximo de conversas. Como a eleição é só em dezembro... de 1º a 15, ainda não foi marcado o dia exato... vamos continuar assim até perto de lá", declarou, negando também a especulação de que o evento tivesse ficado para segunda-feira (24).
"Na realidade, a gente quer, quando lançar a candidatura, já ter as coisas concretas. Talvez não tenha essa capacidade de mostrar o projeto inteiro, o nome de toda a equipe, isso envolve negociação com pessoas", acrescentou. Questionado sobre uma eventual desistência, alardeada pelo radialista Silvio Mendes em seu programa de meio-dia, `Marcelinho´ disse que já havia tomado conhecimento da história e tratou de desmenti-la: "Não sei de onde ele tirou essa informação. Para você ter idéia, sequer ele me procurou. Não entendi". Informações do site E.C. Bahia
Marcelo Filho se reúne com torcida e promete mudança
No final da tarde de ontem, o deputado federal Marcelo Guimarães Filho se reuniu com o advogado Ademir Ismerin, conselheiro e ex-vice-presidente jurídico do Bahia, e lideres das torcidas organizadas Povão e Bamor as maiores do clube. Durante o encontro, o deputado, que deve anunciar hoje a candidatura à presidência, prometeu que irá promover grandes mudanças na estrutura do tricolor. “O nosso projeto é esse, temos que conversar sobre isso” disse Filho.
Apesar de não anunciar a candidatura, afirmou que está “conversando com as pessoas envolvidas com a vida do clube ”para mostrar a todos “quais são os nossos planos” O deputado disse ainda que pretende passar a sexta-feira fazendo ligações para outras pessoas do Bahia.
Ninguém acreditou nas promessas.
“Ouvimos educadamente como faríamos com qualquer outro. Só não ouviríamos Petrônio e Maracajá” afirmou Rosalvo Castro, da Povão, após deixar a reunião, que aconteceu no escritório do advogado Ismerim. De acordo com o torcedor, o deputado, filho do ex-presidente Marcelo Guimarães, prometeu um tempo de modernidade no clube. Mas o torcedor desconfia do discurso. “Ele disse que não vai ficar ninguém e vai trazer gente de fora. Mas já nos prometeram muito e nada mudou. Ele vai ter que provar”, disse.
Cristovão Contreiras, diretor da Bamor, faz coro: “Ele representa o continuísmo, o Bahia precisa de uma mudança radical, nós não estamos com ele” afirma. O deputado diz que compreende a desconfiança. “É natural depois de sete anos sem títulos” Com informações do Correio
Advogado contesta Celso Castro
Em contato com o “Bahia Notícias”, o advogado Wellington Cerqueira contestou o jurista Celso Castro que havia enumerado uma série de itens que impediam o deputado Marcelo Guimarães Filho (PMDB) de ocupar a presidência do E.C. Bahia (ver notas I e II). “Peço todas as vênias ao meu colega para discordar totalmente do seu entendimento com relação ao suposto impedimento para que Marcelo Guimarães Filho possa pleitear a presidência do Bahia.
O Artigo 54 da Constituição Federal estatui o impedimento, levando em consideração a Pessoa Física e não a Pessoa Jurídica. A Primeira, na condição de Deputado-Senador, está impedida de firmar contratos com Pessoa Jurídica de Direito Público, Autarquias ou Empresas Públicas, mas não o Clube por Ela, Pessoa Física, representada”. Wellington Cerqueira fundamenta a tese e cita exemplos de outros homens públicos que conciliaram o mandato eletivo e a direção de clubes de futebol. “O exercício do cargo de presidente de atuais clubes brasileiros e de ex-presidentes comprova isso como os casos de Eurico Miranda, Roberto Dinamite, Paulo Maracajá Pereira, Marcelo Guimarães, Paulo Carneiro e muitos outros, sem qualquer restrição ou oposição com fundamento na matéria constitucional”. Com informações do Bahia Noticias
No Bahia, o técnico Ferdinando Teixeira afirmou que o clube recebeu proposta de ‘mala branca’ e pediu aos interessados para conversarem com o capitão Emerson Cris. “Mandei negociar diretamente com o capitão”, disse treinador.
Polêmica a parte, o Tricolor não terá o goleiro Darci, que pediu para seu contrato fosse rescindido. Assim, Fabiano e Paulo Cezar seguem no gol tricolor. O primeiro será titular, assim como Ávine, que entra na vaga de Adilson e volta a sua posição original. Ávine vinha jogando no meio. Com um lugar aberto na meiuca, Ananias ganha uma oportunidade.
No Marília, o técnico Gilberto Alves terá força máxima. A única alteração é na zaga. Flávio foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva e volta a ser titular. O restante é o mesmo time. Com o que tem de melhor, o MAC não quer depender dos rivais.
“Poderemos depender de resultados positivos de Ponte Preta e Corinthians, por exemplo, mas já sabemos que eles darão férias à maioria dos jogadores após a rodada do final de semana. Hoje, o Marília só depende dele e tentaremos manter essa situação na última rodada”, afirmou o gerente de futebol Ocimar Bolicenho.

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