Conversava com meu irmão, ele me confessava também que esse sintoma de falta de perspectiva dos jogadores de base de continuar no Bahia e orgulho de vestir o nosso manto é um sinal que o Bahia é o inferno! Não falo nem da falta de organização, mas da falta de estímulo desses meninos em vestirem a camisa que antes cheguei a ver vestida em meu cunhado. Naquela época, nos tempos de Teresa de Lisieux, cheguei a levar minha irmã para ver meu cunhado jogar, ele prometera fazer um gol, o qual dedicaria a minha irmã. E com que orgulho o pessoal dizia ontem: "eu jogo no Bahia!" E o cara era importante mesmo, o centro das atenções, como se tivéssemos na Bahia só um time.
Mas, hoje, os meninos querem vestir a camisa do "torinha".
Muita coisa se passou, eu sei. Mas, no caso do Bahia, todo esses frutos de falta de orgulho e estímulo da meninada vem da árvore dos frutos envenenados. Como acreditar numa estrutura toda ela que nos desmotiva com denúncias de empresários e sua ação livre no Fazendão e em contrapartida o arquirrival enriquecendo e capitalizando valores da nossa base por falta de cuidado e zelo? Onde estava o presidente do Bahia quando viu nossa base que ele tanto gaba-se ao se perder como poeira e desmanchar-se no ar? O jovem precisa sentir comprometimento, presença dos responsáveis, cuidados com o futuro dos rapazes da base que vem sendo negligenciado no Bahia e vão se despedindo do clube sem medo. Não tem amor que resista a um tratamento que despreze o trato diferenciado e humano que se deve dar ao jovem uma perspectiva de proteção à sua carreira no clube.
Hoje, vejo um trabalho no Bahia para inglês ver. A Nike, as colocações nas divisões de base do clube e outras conquistas foram para o ralo. Perdi por completo minha fé nessa vitrine do presidente. Isso porque eram apenas ambição sem raiz profunda, como manequins que você bate e ver o eco do vazio do coração do boneco da vitrine. Quem não cuida de valorizar sua base como pode amar o clube? Aliás, a briga que lembro entre rivais na época de Osório e Maracajá eram pela disputa de valores já profissionalizados, os valores da base eram sagrados até Motta cometer um ato que até hoje para muitos tricolores puro-sangue foi imperdoável, o que irritou também profundamente Maracajá na época. Ver ainda a contratação de Motta e Paulo Carneiro para o Bahia foi inacreditável. Um alerta fica para a falta de orgulho e o excesso de mentalidade de mercador dos hoje dirigentes do Bahia. Vou adiantando que vejo muitos problemas em Maracajá com a visão centralista de ontem, caso queiram entronizá-lo outra vez. O ideal é ele mesmo aposentado.
Contudo, recuperar o orgulho que tanto o tricolor tem nesse sangue bicampeão nacional deverá ser uma missão de um tricolor honrado e orgulhoso, democrata, para depois da intervenção que afastar essa turma que acaba com nosso patrimônio, reerguer esse gigante. Não dá para esperar tanto, não sei se vai sobrar pedra sobre pedra do nosso orgulho caso essa safra de dirigentes mercadores continuem no clube. O PMDB quer o atual presidente no Bahia, o Bahia precisa dele longe, a torcida também o quer longe, por que não uma campanha também para o Sr. Geddel fazer um time do PMDB para ele presidir como o pai, Marcelo Guimarães, fez do Bahia para seu sucessor? Tá na hora dessa classe política baiana acordar para o que vai sendo uma história muito triste de descredenciamento do tricolor para encarar um futebol moderno e orgulhoso como é nossa torcida. Viva o público zero!
Contudo, recuperar o orgulho que tanto o tricolor tem nesse sangue bicampeão nacional deverá ser uma missão de um tricolor honrado e orgulhoso, democrata, para depois da intervenção que afastar essa turma que acaba com nosso patrimônio, reerguer esse gigante. Não dá para esperar tanto, não sei se vai sobrar pedra sobre pedra do nosso orgulho caso essa safra de dirigentes mercadores continuem no clube. O PMDB quer o atual presidente no Bahia, o Bahia precisa dele longe, a torcida também o quer longe, por que não uma campanha também para o Sr. Geddel fazer um time do PMDB para ele presidir como o pai, Marcelo Guimarães, fez do Bahia para seu sucessor? Tá na hora dessa classe política baiana acordar para o que vai sendo uma história muito triste de descredenciamento do tricolor para encarar um futebol moderno e orgulhoso como é nossa torcida. Viva o público zero!

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