Em matéria publicada no Site Galático Online, ontem à noite, o ex-presidente do Conselho deliberativo do Bahia, Ruy Accioly, se colocou de forma frontal, clara e até legítima contra as eleições diretas no clube, no entanto, sustentou a opção, através de uma argumentação tão medíocre quanto a sua estadia no Bahia, ao confirmar na maior cara dura, sobre a preferência pelo modelo hereditário tão combatido pela torcida do Bahia.
Segundo Accioly, “Um presidente tem que ter história dentro do clube. O Marcelinho e o presidente do Vitória, por exemplo, acompanharam todo o processo dos clubes antes de serem presidentes, pois são filhos de ex-presidentes".
O medíocre dirigente, ainda se queixou, afirmando que foi humilhado pelo interventor Carlos Rátis. E ameaçou: "São treze dias de intervenção e estou falando pela primeira vez. Não entramos para barrar a intervenção, não temos força para isso. O que queremos é voltar às nossas funções. Nos sentimos humilhados e enxotados. Vamos tomar todas a providencias possíveis, essa foi apenas uma delas", disse.
Se dizendo indignado, Ruy se referiu à intervenção como processo influenciado pelas goleadas sofridas para o Vitória no Baianão. "O Vitória, que não tem eleição para o Conselho, tomou de quatro do Ceará aqui e nem por isso entraram com intervenção lá. Então, não é só porque o Bahia tomou de cinco, de sete que deve ter intervenção. Se for assim, qualquer goleada que o clube sofrer vai ter uma intervenção".
Segundo Accioly, “Um presidente tem que ter história dentro do clube. O Marcelinho e o presidente do Vitória, por exemplo, acompanharam todo o processo dos clubes antes de serem presidentes, pois são filhos de ex-presidentes".
O medíocre dirigente, ainda se queixou, afirmando que foi humilhado pelo interventor Carlos Rátis. E ameaçou: "São treze dias de intervenção e estou falando pela primeira vez. Não entramos para barrar a intervenção, não temos força para isso. O que queremos é voltar às nossas funções. Nos sentimos humilhados e enxotados. Vamos tomar todas a providencias possíveis, essa foi apenas uma delas", disse.
Se dizendo indignado, Ruy se referiu à intervenção como processo influenciado pelas goleadas sofridas para o Vitória no Baianão. "O Vitória, que não tem eleição para o Conselho, tomou de quatro do Ceará aqui e nem por isso entraram com intervenção lá. Então, não é só porque o Bahia tomou de cinco, de sete que deve ter intervenção. Se for assim, qualquer goleada que o clube sofrer vai ter uma intervenção".
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