quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Pau a pau. TRICOLOR 0x0 Galo

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Mais um jogo em casa, mais um empate, mais um ponto, mais um jogo duro, mais um lesionado, mais um caminhão de passes errados, mais um, Bahia.

Sinceramente, não entendo como um menino de vinte e poucos anos pode se machucar tanto quanto Gabriel. Acho que ele ficou mais no DM lesionado que o Zé Roberto, com quase o dobro da idade dele. E um jogador forjado no Campo do Lasca, babeiro de campo de barro... Como diria meu pai, um “Isopóvski”.

Mas por que comecei falando de um jogador que nem entrou em campo? Porque sem ele, o Bahia não tem criação.

Quando vi a notícia da lesão de Gabriel, e de quebra, a provável escalação de Nulinha, acertei o placar de hoje. Com o 77 em campo, entrando de primeira, acho que ao Bahia não venceu nenhuma partida no ano. Nulinha chegou ao ponto máximo da sua mediocridade ao ser preterido por Jones Carioca.

E começa o jogo. O Tricolor partiu pra cima do líder como se do outro lado tivesse jogando qualquer timinho da série b. A diferença era a qualidade dos contra-ataques adversários. O lateral Romário estreou bem, apesar de nervoso. Neto anulou um dos melhores jogadores da Série A, Bernardo. O meio de campo marcava como “gente grande”. Hélder desarmava com a mesma competência com que tocava errado, logo em seguida. Souza se revoltava com os toques errado e nós, na TORCIDA, sofríamos com os passes errados de até cinco metros de distância. Meu Deus, Jorginho deveria passar os próximos quatro dias colocando os volantes para aprender a trocar passes curtos. É um absurdo.

Mas apesar dos erros irritantes, o time ia bem. Parecia que iria vencer a terceira partida seguida. Porém o juiz apitou e acabou o primeiro tempo com dois zeros no placar.

Na volta, Jorginho não mudou nada, mas o time voltou mais disperso. A boa marcação do primeiro tempo sumiu. Romário, Zé Roberto, Souza e Hélder, cansaram.

O Galo mudou e entraram 2 jogadores velocistas. Nós trocamos Zé Roberto (morto), para a entrada do cansado Caio César. Nulinha saiu pra entrada de Pitbull, que conseguiu algo raríssimo. Foi tão inútil quanto o 77. E pra finalizar, ao invés de tirar o resquício de série b no Bahia, chamado Hélder, tirou Diones para a entrada de Kléberson. Será que era mesmo o jogo para colocar tanta gente parada em campo?

Resultado: tomamos uma pressão desgraçada, o segundo tempo todo. E o meio de campo que tinha se escancarado na segunda etapa, abriu-se em bandas durante todo o segundo tempo.

Juro que não entendi a saída de Diones. Mas o novo treinador disputou 9 pontos e venceu 7, tem que ter os seus mérito...

Empatamos com o líder em casa. Boa merda. Perdemos dois pontos do mesmo jeito. Se serve de consolo (pra vocês), o time mostrou uma nova postura em campo. Marcando em cima do campo adversário e usando a tática da padaria: atacando em massa e defendendo em bolo. Tudo bem organizado, taticamente bem feito, e perdemos os 2 pontos.

Bora Baêa Minha Porra! O galo não quis ir pra panela. Agora é correr pra cima do Vasco, que foi o único time que colocou o Bahia “no bolso” aqui em Pituaçu, na Série A, esse ano. Mas pra quem goleou o Santos de Neymar, Ganso, Pato, Marreco e os cambaus em SP, por que não?

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