O Goiás encara o desafio do ano, diante do Bragantino. Grande parte dos 13.212 assentos do estádio Nabi Abi Chedid deve estar ocupada. “Nunca joguei lá, mas sei que é um caldeirão, e sei também que é um campo bom para se jogar”, diz Netinho. “A gente tem que estar preparado para esse jogo importantíssimo.”“Ambas as equipes vêm num momento bom, cresceram na hora certa da competição”, destaca o meia. “Vai ser um jogo ofensivo, um jogo em que o empate não interessa nem para Bragantino nem para Goiás.” Na opinião de Netinho, repetir o futebol demonstrado nas últimas partidas aumenta as chances de vitória, mas a atenção deve ser redobrada, tanto em lances defensivos quanto ofensivos: “Um algo a mais, uma bola parada, a gente tem que fazer por onde, concluir em gol a oportunidade que tiver.”
Como está há apenas 44 dias no Alviverde, Netinho não vivenciou o difícil triunfo esmeraldino por 2 a 1 sobre o Bragantino, em 16 de agosto, no Serra Dourada. Embora não tenha jogado naquela noite, Marcelo Costa guardou na memória a forma de atuar do adversário. “A gente viu o jogo aqui: uma equipe que marca muito forte e tem uma bola aérea boa, jogadores de estatura alta, e que também cresceu nessa reta final.”
Nesta tarde, os titulares na vitória sobre o São Caetano fizeram meia hora de trabalho regenerativo, dividido entre alongamento e trote em volta do CT Edmo Pinheiro. O restante do elenco treinou posse de bola, cruzamento e finalização. Entre o grupo que trabalhou intensamente, estava Oziel, recuperado de lesão muscular na coxa.
Diante do Bragantino, Marcinho Guerreiro e Felipe Amorim desfalcam o Goiás, por causa do terceiro cartão amarelo. Para Netinho, as ausências pesam muito. “O Felipe é aquele desafogo na frente, o nosso velocista, e o Marcinho está marcando muito, tomou conta do nosso meio-campo, além da experiência que tem”, afirma. “Vão fazer falta, mas creio eu que a gente tem jogadores à altura, que vão dar conta do recado.” Site do Goiás
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