quinta-feira, 28 de maio de 2009

A ciumeira galática

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Como somos uma tribuna livre, onde dizemos o que queremos resguardados apenas às limitações da legislação pertinentes, todos falam o que querem, criticam e são criticados com toda a liberdade de um Blog de opinião democrática, se não tão democrático, por conta das cores do Time que a maioria defende, pelo menos permite que outros exponham seus discursos livremente, por isso é que assumo a defesa da Diretoria do Bahia de enfim chutar o balde. Fico como se dizem nas minahs paragens: De coração lavado. Se as cores do Bahia tremulam muito mais acima das bandeiras daqui, é por haver maior participação dentre os tricolores do esquadrão de aço, ficando os rubros negros, principalmente, presos aos seus ambientes próprios, pelas suas preferências, mas esse espaço sempre esteve aberto e continua assim para receber textos e criticas tanto quanto aos nossos textos individuais como aos replicados, de forma que os comentários, a tônica mais forte dos debates, para aprovação ou desaprovação as nossas atitudes e idéias.

Todas essas lengalengas da introdução desse texto têm um objetivo. É que escrevo agora para criticar parte da mídia baiana, que a pretextos, por ora superados, buscam desestabilizar o Bahia. Espero que os rubro-negrino-azulino daqui compreendam e até nos apóie, entendendo que as disputas entre Bahia-Vitória-Galicia-Bahia de Feira, continuem sendo disputados noutros âmbitos que não a ignomínia, a falsidade e principalmente não pretendam prejudicar o futebol baiano por conta de objetivos não muito claros e particulares.

Chamo a atenção ao texto do ‘A Tarde Esporte Clube’, inclusive em link lateral de nosso Blog sob o título de (Jhasmani já chega com status de celebridade no tricolor). O texto do Jornal, feito em parceria, veio tentar degradar mais ainda a relação da Diretoria do Bahia com os setores da imprensa e sua torcida, comandada por Marcio Martins que especialmente trabalha nos bastidores com outros fins. O setor da imprensa que Martins alega ser privilegiado foi a Rádio Transamérica por conta de entrevista do jogador imediatamente após seu desembarque no Aeroporto de Salvador. Chora o radialista a exclusividade dada ao seu concorrente, o que significa já sentirem o ostracismo que acertadamente a Diretoria tricolor tem-lhe imputado, em relação às noticias do Bahia, apesar de serem eles ‘os galaticos’ , segundo dizem, lideres em audiência dentre as ‘FM’. Se de fato houve tal preferência, particularmente, vejo positivamente para o caso, acho, já que sou dos que enviam email ao Bahia exigindo seja tal veículo muito mais desprezado nessas relações.

Fosse Paulo Carneiro, um cordeiro, não teria levado o Vitória a tantas glórias, pois que à época, a imprensa baiana era de fato muito mais tendenciosa e só com atitudes fortes de Paulão foi possível reverter muitas situações. Lembro que grandes radialistas como Armando Oliveira, Djalma Consta Lino e Silvio Mendes, transmitiram jogos do rubro negro via celular, de cima dos morros dos arredores do Barradão, tudo, para fazer-se respeitar e conseguiu. A cabine destina à Rádio Sociedade, à época, ficou fechada e eles de fora, até retratarem-se perante a instituição Esporte Clube Vitória. A isso não podemos intitular simplesmente de ARROGÂNCIA, muito mais foi ATITUDE necessária às vezes quando não se quer ser explorado por tais sensacionalistas.

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