quarta-feira, 17 de julho de 2013

Antônio Tillemont rebate críticas

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O interventor Carlos Rátis, através de decisão da justiça, comanda o Esporte Clube Bahia e tem como bandeiras principais o recadastramento de sócios, novas eleições, inicialmente do Conselho e, no segundo, o pleito presidencial. Na hipótese de sucesso, os eleitores seriam conhecidos de forma clara, MAS quem serão os candidatos que se habitariam ao cargo? Marcelo Guimarães, certamente. Teria um candidato para bater chapa?

Tem e se trata de um novo nome que até então, nunca havia sido ventilado para qualquer cargo no Esporte Clube Bahia. Trata-se do comentarista esportivo, empresário e sócio do Bahia Antônio Tillemont, que pretende submeter seu nome à apreciação da Assembléia Geral que será convocada após o recadastramento de sócios.  

Nesta quarta-feira, Antônio Tillemont via o Site iBahia e rádio CBN Salvador (91,3 FM), falou sobre suas propostas e rebateu críticas em relação a um possível choque de interesses por ser um dos donos de uma empresa que agencia jogadores.

A Antoniu's Assessoria Esportiva cuida da carreira de diversos atletas, desde jovens a veteranos. Alguns jogadores, inclusive, estão defendendo Bahia ou Vitória atualmente. No Tricolor, por exemplo, Feijão, Zé Roberto, Everton, Railan e Ruan têm as carreiras agenciadas pela empresa. Outros atletas que fizeram sucesso no futebol baiano, como Jorge Wagner e Leandro Domingues, também trabalham com a Antoniu's.

"Muita gente tem questionado o fato de eu trabalhar com jogadores, mas minha função aqui na Antoniu's é administrar a empresa. Não represento jogador de futebol há sete, oito anos. Desde que o estado de saúde da minha mãe se agravou a gente fez umas mudanças estruturais na empresa. Tenho preparo para isso, para administrar o clube, e quando eu não souber resolver algo, vou ter uma equipe de trabalho", afirmou Tillemont no bate-papo durante o programa CBN em Campo.

O empresário e comentarista da rádio Metrópole FM fez questão de ressaltar que há quase duas décadas a empresa não fecha no vermelho e disse que concordaria em presidir o clube  sem receber salário. "Não preciso ser remunerado. Não vejo nada contra (dedicar-se ao clube sem receber)", completou.

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