Na verdade, na verdade, na verdade... A luta é mesmo para o Bahia continuar existindo, a briga é para sobreviver. Inadmissível, inaceitável sob qualquer aspecto ou pretexto a falta de ousadia dos atuais dirigentes do Bahia; é aquela coisa: se paqueradores fossem não comiam ninguém por falta de atitude. Falo do futebol, do time de futebol que é a única coisa que interessa quando o assunto é Bahia neste momento.É muita covardia, é falta de visão digna dos hipermétricos no seu nível mais elevado, falta culhão para tentar formar um time ainda que caro, mas que ao menos oferecesse meio-quilo de esperança aos seus torcedores já raquíticos de tantas porradas, humilhações e promessas nunca realizadas.
Já nem digo SUBIR, porque não sou otário para acreditar que um clube falido em todos os segmentos fosse capaz de operar o milagre da transformação, do NADA, para alguma coisa, como hipnose, como mágica, só porque Marcelo Guimarães tem olhos verdes e Paulo Carneiro é grandão e presepeiro
Digo, refiro-me que minha crença se limita apenas na formação de um time que pelo menos dignificasse a história do clube e que servisse de base para o campeonato baiano de 2010 e, depois de reforçado, aqui e ali, atingisse finalmente um elenco ideal e capaz de levar o clube à série A em 2010. Nunca achei que o Bahia poderia SUBIR, repito este ano; entretanto acreditei que em momento algum houvesse qualquer risco de rebaixamento.
Lamentável ouvir o técnico Sérgio Guedes dizer após o jogo de ontem que está analisando alguns jogadores, buscando novas soluções como não estivéssemos no meio do campeonato. Se estivéssemos em inicio de pré temporada, tudo bem, mas tudo isso nos mostra que não houve um planejamento adequado e a demissão de Alexandre Gallo foi erro grave, passou-se a borracha, partimos do zero novamente para recomeçar com Paulo Comelli e agora o começo do recomeço com Sérgio Guedes, ficou claro que o problema não é de comando e sim a qualidade dos comandados.
Lamentável confrontar a tabela da série B do ano passado, onde não tínhamos onde jogar e éramos administrados pela dupla do atraso, Petrônio Barradas e Rui Accioly, chancelados através dos pitacos do famigerado Paulo Maracajá, mas ainda assim, naquela altura do campeonato, ocupávamos a sexta colocação, apenas dois pontos atrás do quarto colocado nos listados do G-4, hoje curiosamente estamos a dois pontos do chamado G-4 do mal.
Lamentável o desempenho de Paulo Carneiro, tido e visto nos becos quebradas e vielas como revolucionário, o homem das idéias de vanguarda que pensava além de
A construção do Estádio de Pituaçu não serviu de nada, recordes de público e renda não serviram de nada além de mostrar que o problema do Bahia não se limita apenas à falta de recursos financeiros e sim na falta de administradores de atitude e, sobretudo de coragem para ousar e acreditar que seria possível.
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