quinta-feira, 14 de maio de 2009

The Day After, a arrogância continua...

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Só mesmo a ingenuidade de Jorge Sampaio, dirigente rubro-negro, acreditar que por vencer o disperso Atlético do Paraná, estaria credenciado a vôos mais altos, coitado, com sua arrogância e tudo, despencou do seu pedestal imaginário, já que não tem ainda um título mais expressivo que corrobore o prestigio do Vitória, fica mesmo, por enquanto, só com os parcos campeonatos baianos vencidos nesta década, época de ostracismo completo do seu principal rival, Bi-brasileiro, o Esporte Clube Bahia. Nem sabemos qual o mérito disso, já que o adversário pouco tem se empenhado nestes últimos anos, talvez esse de 2009, apesar dos pesares, tenha sido o título dessa década realmente disputado, já que nos anteriores a participação do tricolor foi meramente para cumprir o regulamento.

De qualquer forma, a pancada sofrida dos vascaínos, quatro a zero, foi necessária para acordar essa turma. Enfrentar um Clube como o Vasco, apesar de seu fraco time agora e desmerecê-lo perante sua torcida foi "a burrada do ano". Percebia-se nos vascaínos, o gosto supremo a cada gol feito, sua torcida comemorava de forma excessiva até, dado os desplantes sofridos. Ora... Num momento tão crucial e importante atrair a ira dos adversários não é um bom negócio. Da forma como entrou em campo, o Vasco mesmo fraquinho, fraquinho, ganharia do Vitória de qualquer jeito. Santa ingenuidade! Pior, segue-se o discurso de desmerecer o time do Vasco até agora, como ouço de Silvoney, conselheiro rubro-negro e também do jogador Victor Ramos, corroborado por Sinval Vieira na Transamérica. Tá faltando humildade! Certamente o Vasco tomará conhecimento de tudo que se diz por aqui, e por isso suará sangue para desbancar o Vitória.

O que se percebe mesmo sobre o vice-presidente executivo do Vitória é um desejo enorme de aparecer, aliado a imitação do seu ex-presidente, atual gestor de futebol do Bahia, Paulo Carneiro. Este, sim, sabia mexer com os brios dos adversários e tirava um bom proveito disso. Assim, ele construiu o Vitória, um clube perdedor; o Vitória era franco-atirador. Por isso, a lógica de atirar desvairadamente estava adequada à época dos confrontos de Paulo Carneiro no Vitória, tinha um pano de fundo para isso, ou seja, Paulo Carneiro sempre foi um ótimo franco atirador, por isso atirava. Agora, que o Vitória deixou de ser o franco atirador, atirar desvairadamente é burrice, na melhor arrogância pura.

Dizer que cada gol da série A equivale a quatro gols da Série B foi uma burrada inconcebível, até porque as relações entre os Clubes sejam de Série A, sejam de Série B, são muito intrínsecas, principalmente para o rubro negro que vive de jogadores de aluguel e tem sua competência na Série "A" ainda questionada. Certamente será o time a ser batido daqui pra frente, e essa responsabilidade é demais para os ombros dessa turma atual.

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