quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Fim de linha

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Atletas relacionados para o jogo contra o Rio Branco

Por: Equipe de Comunicação

O supervisor Cléber Romualdo do ABC Futebol Clube, divulgou a lista com os 18 atletas convocados para o jogo do próximo domingo, contra o Rio Branco, na capital do Acre.Confira:

Aloísio, Denis, Peu, Fabiano, Panda, Marciano, Joassis, Wellington, Clênio, Éder, Rodriguinho, Diego, Alysson, Pedro Mossoró, Danilo, Lester, Ivan e Miro Bahia.
Só por coincidência estes não são os titulares, pelos menos não jogaram contra o Bahia, segundo dizem por lá, esta lista está mesclada de reservas e juniores.

Fonte: abcfc.com.br - adaptado

Bamor abre guerra contra diretoria

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O texto abaixo está no site da maior facção organizada do clube, a Bamor, intitulado Informativo Oficial:

"A torcida Bamor e toda a Nação Tricolor está cansada de torcer pra um time que é a vergonha do País, onde meia dúzia de safados querem tomar parte de um clube que é do povo.

Por conta disso, nossa prioridade é tirar esses mercenários do poder. Por bem ou por mal vão ter que libertar o nosso Bahia, nem que a torcida precise usar a sua força!

Estávamos preparando uma grande festa para comemorar os 29 anos da Bamor, mas não tem mais clima para isso... Será uma pequena confraternização apenas quando o clima estiver mais ameno. Mas não é hora de falar de festa, a torcida do Bahia merece respeito e não vamos mais ficar na passividade, pois aqui não tem nenhum babaca!

Queremos um time forte, jogadores que honrem a camisa do time, e não um bando de cachaceiros que chegam a bater numa diretoria sem a menor autonomia pra defender uma grande nação.

O recado está dado, a torcida já aturou demais o que tinha que aturar, estão brincando com o sentimento de milhões de torcedores e isso não vai ficar como está, tiraremos vocês do poder ou por bem, ou por mal!

Torcida Bamor"

Duda Sampaio: Estarrecimento

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Amigos, pior do que a desclassificação tricolor foi o que eu ouvi ontem à noite em uma rádio de Salvador - tive que ouvir por absoluta falta de opção: um determinado setorista se lançou candidato à Presidência do Bahia (eu sabia que havia interesses embutidos na projeção dele, eu falei) e se utilizando de MINHAS IDÉIAS, amplamente divulgadas pela imprensa há dois anos: entrar no Fazendão e demitir do porteiro ao presidente é o princípio básico de qualquer planejamento efetivo, mas ele não poderia se apropriar da idéia sem dar a referência, e agora, em uso abusivo do microfone, e contando com o apoio de sua equipe parte em busca do seu sonho maior. Alguém em sã consciência acredita que ele tem cacife pra tanto?

E tem mais: esta mesma imprensa que passou o ano todo vendo o Bahia se desminlinguindo e compactuando com as vitórias magras sob a alegação de "ganhar é o que importa" agora sobe nas tamancas e pede a renúncia de Arturzinho... Quando ele chegou ao Fazendão, lá em janeiro eu falei: Arturzinho não tem cara de Bahia, mas ficaram enchendo lingüiça, dizendo "deixem o homem trabalhar", "deixem ele mostrar seu padrão". Resultado: conseguiu bons resultados - veja no ATEC de hoje - mas fraquejou no final, repetindo a história do ano passado, quando o Bahia sobe e se estabiliza antes do prazo, e começa a descer na hora em que tem que estar por cima. Querem ver? O melhor exemplo que se pode dar é a Copa do Mundo: é um evento curto, que dura um mês apenas, mas que raramente premia aquela equipe que chega à competição como franca favoritas, aquela que vinha ganhando tudo, podem analisar:


1950 - Brasil favorito, campeão Uruguai;
1954 - Hungria absoluta, Alemanha campeã;
1958 - França favorita, Brasil na cabeça;
1962 - exceção, pq havia grandes times no cenário mundial, principalmente a Tchecoslováquia; Brasil campeão, graças à malandragem de Nilton Santos e à estrela de Amarildo
1966 - Portugal favoritíssimo, Inglaterra campeã;
1970 - Itália favorita, Brasil campeão - saiu daqui totalmente desacreditado;
1974 - Holanda era pule de ouro; Alemanha campeã1978 - copa comprada não vale;
1982 - Brasil de novo; deu Itália, que empatou os três jogos da primeira fase com Camarões, Peru e Polônia;
1986 - sem favoritos, deu Argentina, que chegou sem brilho e estourou depois do gol de Maradona, "lá mano de Dios”;
1990 - Copa na Itália, excelente squadra azurra, deu Alemanha, com gol de pênalti inventado;
1994 - sem favoritos, deu Brasil;
1998 - Brasil, deu França na Copa comprada pela Nike;
2002 - exceção, fortes times, armaram a final Brasil e Alemanha para compensar 19982006 - Alemanha favorita, deu Itália.


Viram! O ponto é que um time precisa chegar à competição morno e ir aos poucos tomando vulto. Vejam o Foguinho este ano, tava lá em cima e agora perde até jogo de palitinho. O Bahia deveria ter priorizado, no ano passado, à volta à Série B, como fez o Vitória, e deixado de lado o Estadual, mas a política de resultados do jogo seguinte continua incutida no cerne tricolor, nos dirigentes anacrônicos e desatualizados; deveria ter mantido a base da Copinha e ter treinado um time para sair da série Calabouço; assim, perdeu a chance de não necessitar do campeonato baiano pra nada, mas agora precisa pelo menos chegar em terceiro, de novo, já que o Vitória, se não subir pelo menos não desce.

Há anos (por favor, não se utilizem de meus conceitos para fazer farol) eu falo: o Bahia precisa chegar pra sua torcida e apresentar um projeto a médio e longo prazos, deixar de lado a soberba e partir para uma coisa maior. O Grêmio em um ano estava na série B, no outro foi vice da Libertadores - isso se chama PLANEJAMENTO.Aqui mesmo no Fórum um confrade mostrou como o São Paulo passou quase duas décadas sem ver cor de nada e virou tri mundial, quase pentabrasileiro - isso se chama PLANEJAMENTO.


O Real Madrid vivia no limbo do futebol mundial há até bem pouco tempo atrás, mas construiu uma baita estrutura, angariou sócios no mundo todo, reformou estádio - isso se chama PLANEJAMENTO.

O Victoria passou a década de 70 inteira levando ferro do Bahia, mas se preocupou em construir estádio, em vender a marca, crédito pleno para Paulo Carneiro, que gostem ou não, foi a maior expressão do futebol baiano dos últimos 20 anos - isso se chama PLANEJAMENTO.


Planejar não é perder, planejar é abrir mão do agora fútil em nome do depois sólido; planejar é projetar o que se pode ter de concreto de amanhã em diante, e não o que se tem agora que voa em qualquer vento, castelo de areia na maré enchente; planejar é vislumbrar o que está depois da curva; planejar é traçar metas a serem cumpridas - e cumpri-las! Planejar é olhar com olhos de empresário, e não com o chicote do coronel.Senhores, tenho um projeto fantástico para o Bahia, que graças a um negócio chamado computador - que grava a data em que ele foi escrito, e se for mudada pode ser verificado - já está escrito e redigido há pelo menos um ano e meio. Nele, tudo isso que eu disse aqui já estava dito; nele, eu não faço mágica nem traço planos mirabolantes, muito menos solto no ar que existe "uma grande empresa interessada", ou que "estou em conversações com algumas empresas", e todas essas falácias que pipocam na mídia. O Bahia não precisa de ninguém além de sua torcida e de HOMENS capazes de se dedicar ao projeto com a certeza de que o resultado virá. Disponível aos interessados.

Vitória se apronta para novo desafio

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Time foi recebido com festa ontem, mas o técnico Vadão já está focado na partida contra o Barueri

Em vez de problemas, boas soluções. Depois da quebra do tabu de o Vitória nunca ter vencido a Ponte Preta em Campinas – a Macaca foi goleada por 3x0 anteontem no Estádio Moisés Lucarelli –, o técnico Vadão só tem hoje e amanhã para preparar a sua equipe visando a mais um desafio em casa, depois de amanhã, contra o Grêmio Barueri, pela Série B do Campeonato Brasileiro. A equipe foi recebida com grande festa ontem no desembarque em Salvador, mas Vadão está mesmo é preocupado em recuperar a confiança do time nos jogos em Salvador. No Barradão, nos três últimos confrontos, o Vitória empatou com Ceará, Ituano e perdeu para a Portuguesa. O time precisa voltar a vencer em casa para entrar novamente no G-4.

Um grupo de torcedores prestigiou o desembarque da delegação, às 15h15 de ontem. No Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães, a conhecida torcedora Gildete do Feijão, radiante, fazia questão de aparecer diante dos cinegrafistas e fotógrafos exibindo um pequeno cartaz com os dizeres “Parabéns Vitória (em vermelho), pela raça e pela garra (em preto)”. Mais cedo chegaram Edvaldo Guimarães (o Apodi) e a não menos fanática Laura. Os três foram os que mais cantaram e aplaudiram os jogadores e a comissão técnica. A Viloucura, tendo à frente o presidente Sílvio Silva, segurando uma bandeira, foi a única facção de torcida organizada.

O volante Chicão, autor de cinco gols no Brasileiro, registrou que nunca passou um grande momento na carreira como vem acontecendo agora. “É um momento único, porque em pouco tempo já fiz muito coisa e espero fazer muito mais. Nos outros clubes, o prazo para ganhar entrosamento foi mais longo”.

Nas entrevistas, Vadão disse que vai aguardar o parecer médico sobre os jogadores que estão em tratamento e, só a partir daí, é que partirá para a definição do time. Vanderson e Edilson, que cumpriram suspensões, estão a sua disposição. Perguntado se Edilson vai voltar no próximo jogo e no lugar de quem, Vadão não decidiu nada. “Edilson está à disposição, portanto vamos ver”, disse secamente. Vanderson, substituído por Ramirez, deve reaparecer, mesmo com o treinador tendo destacado ele e o garoto Adriano como brilhantes.

Jackson foi a única baixa médica na equipe e que pode ser problema contra o Barueri. O atacante atuou o tempo todo, mas, após a partida, queixou-se ao médico Ivan Carilo Pinto de um forte traumatismo no calcanhar do pé esquerdo. No desembarque, Jackson andava com muita dificuldade, pois o local estava inchado. A reapresentação para os que viajaram acontecerá na tarde de hoje, entretanto, Jackson vai estar na manhã de hoje no CT para dar seqüência ao tratamento. No departamento médico, o meia vai encontrar Índio, que ainda sente o músculo adutor da coxa esquerda e não vai reaparecer, Sorato, Garrinchinha e Jeferson. O atacante Sorato está bem melhor do cansaço muscular na coxa esquerda e, na tarde de ontem, começou a correr em volta dos campos do CT.

De olho no julgamento do STJD

As atenções no Vitória estão voltadas para a reunião desta tarde no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro, onde será julgado o recurso com relação à punição que o rubro-negro recebeu no dia 20 de setembro: um jogo com os portões do Barradão fechados. Através da advogada carioca Patrícia Saleão, o Vitória entrou com a ação na tentativa de obter êxito na revogação da pena. Caso tenha sucesso, o jogo de depois de amanhã, à tarde, contra o Grêmio Barueri-SP, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, acontecerá com a presença da torcida no estádio.

A diretoria está esperançosa de que o julgamento do pleito rubro-negro seja favorável e, a partir do resultado positivo, a torcida compareça em grande número ao Barradão. Após desembarcar de São Paulo comemorando a goleada sobre a Ponte Preta, por 3x0, o presidente Jorginho Sampaio entrou em contato com o presidente da FBF, Ednaldo Rodrigues, para tomar as providências visando justamente o julgamento de hoje. O STJD vai também apreciar o Mandado de Garantia para a inscrição no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF do meia Luiz Fernando, cuja transferência da Federação Coreana chegou somente após o prazo final de regularização da 26ª rodada.

Se o Vitória conseguir reverter a situação no STJD, serão disponibilizados 30 mil ingressos para o jogo diante do Grêmio Barueri. “Estou acreditando que o julgamento do recurso vai nos favorecer. Nós não fomos omissos, fizemos o possível para prevenir que o torcedor não entrasse no estádio com nenhum tipo de objeto. Infelizmente fomos surpreendidos com uma latinha de cerveja que um irresponsável atirou no gramado. Mas acho que vai haver consenso no Tribunal Pleno e jogaremos sábado com o apoio de nossa torcida”, acredita Jorginho Sampaio. (JCM)

Fonte: Correio da Bahia

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Bahia perde e entristece a sua enorme torcida!

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Mais uma página triste do Esporte Clube Bahia. Depois de liderar as duas primeiras fases, e ter a melhor campanha da Série C, o Tricolor perdeun para o ABC-RN, na tarde desta quarta-feira, por 2 a 1, no Estádio Frasqueirão, e agora não depende mais de si para se classificar para o octogonal final. Com o resultado o ABC garantiu classificação com uma rodada de antecedência.

Como tradicionalmente faz em seus domínios, o ABC começou pressionando o Bahia, e abriu o marcador no terceiro minuto de jogo. Numa boa jogada de Adelmo, a zaga do Bahia afastou mal e Wallysson bateu forte para vencer o goleiro Márcio.

A partida ficou nervosa, e o árbitro acabou expulsando o volante Fausto e o atacante Fábio Recife, que se desentenderam aos 9 minutos. Para piorar, Arturzinho teve que tirar o zagueiro Eduardo de campo, sentindo a coxa, para colocar Cléber Carioca.

A primeira grande chance Tricolor surgiu aos 19 minutos. Moré recebeu passe de Emerson Cris e bateu forte, para uma grande defesa do goleiro. No rebote, Emerson Cris chutou em cima do arqueiro alvinegro.

Novamente, como acontece tradicionalmente em seus domínios, o ABC caiu de produção na metade da primeira etapa, e levou um verdadeiro sufoco da equipe do Bahia. Aos 36', cobrança de falta de Carlos Alberto na cabeça de Moré, que testou a bola para o fundo das redes do goleiro Raniere, empatando a partida no Frasqueirão.

No intervalo, Arturzinho esbanjava confiança numa vitória Tricolor fora de casa. "Eles precisam mais da vitória do que nós. Nosso time levou o gol muito cedo e se desestabilizou, mas conseguimos equilibrar a partida, e vamos tentar o segundo gol", garantiu o treinador.

O equilíbrio marcou a segunda etapa da partida. Nos dez primeiros minutos, o Bahia dominou as ações do jogo, mas não criou boas oportunidades de gol. A partir daí, o ABC, empurrado pela sua fanática torcida, passou a sufocar o Bahia no campo de defesa.

Aos 18 minutos, o ABC assustou novamente a defesa Tricolor. Após cruzamento na área, Humberto não conseguiu cortar e Wallyson colcou a bola no travessão do goleiro Márcio.

A pressão continuava, e o time alvinegro chegou ao gol. Aos 32 minutos, o atacante Wallyson recebeu cruzamento na área e cabeceou com estilo, sem chances para Márcio Angonese, decretando a vitória do ABC.

Desespero total no Bahia, que agora precisa vencer o Fast Clube por 2 gols de diferença, no próximo domingo na Fonte Nova, e ainda torcer por um empate entre Rio Branco e ABC, ou uma vitória do time potiguar, no Acre.

ABC-RN 2x1 Bahia

Campeonato Brasileiro da Série C - 5ª rodada da terceira fase

Data: 03/10/2007 (quarta-feira), às 17h

Local: Estádio Frasqueirão, em Natal-RN

Árbitro: Antônio André Rodrigues de Souza (PE), auxiliado por José Pedro Wanderlei da Silva (PE) e Ubirajara Ferraz Jota (PE)

ABC: Raniere, Bruno Lourenço, Alan (Peu) e Fabiano; Dênis (Éder), Adelmo, Jean (Wellington), Juninho Petrolina e Rogerinho; Fábio Recife e Wallyson. Técnico: Ferdinando Teixeira

Bahia: Márcio, Carlos Alberto, Alison, Eduardo (Cléber Carioca) e Adilson; Humberto (Danilo Gomes), Fausto, Emerson Cris e Cléber; Moré e Charles (Amauri). Técnico Arturzinho

Da Redação FB - Elton Serra

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Mirem-se no exemplo

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Não é exagero da imprensa, tampouco terrorismo dos colegas rubro-negros. Pela primeira vez em dois anos de Série C, o Bahia corre sério risco de não se classificar na competição.

Nem na insuficiente campanha do ano passado o panorama chegou a ser tão crítico. Pelo contrário, aliás. Em 2006, o tricolor avançou fase após fase tranqüilamente, sem maiores sustos, até chegar ao octogonal final.

Quem precisou superar uma série de adversidades, na verdade, foi justamente o arqui-rival. Mas em novembro deu tudo certo e o Vitória está hoje lutando para subir à elite do futebol nacional.

A primeira agonia, pelas bandas do Barradão, aconteceu logo na etapa inicial. A derrota em Madre de Deus para o lanterninha Ipitanga, enquanto o Bahia se garantia, por antecipação, no outro grupo da Terceirona, custou o cargo do técnico Fito Neves.

Para o time se classificar, na última rodada, foi preciso vencer o concorrente sergipano Pirambu, na Toca do Leão. Índio e Bida trataram de trazer o alívio à torcida.

Na segunda etapa, ocorreu talvez o maior estresse enfrentado pela diretoria vermelha e preta. Depois de enfiar 3 a 0, na estréia, contra o Porto, em Caruaru, o rubro-negro perdeu em casa para Confiança/SE e Ferroviário/CE.

A galera protestou ainda no intervalo, ameaçando invadir a parte interna do clube. Pressionados, os jogadores reagiram e vingaram ambos os tropeços dentro da casa dos adversários. De novo, ufa!

No terceiro quadrangular, os 3 a 2 sofridos para a Tuna Luso, em Belém, somados ao empate em Salvador, com o Treze da Paraíba, derrubaram o treinador Ferreira. A equipe só embalou com a chegada de Mauro Fernandes.

Contudo, até mesmo no octogonal o acesso ganhou ares de um filme de suspense. O Vitória chegou a passar três confrontos sem somar ponto, inclusive levando 2 a 1 do Bahia, no Barradão.

Cresceu a “cornetagem” de torcedores, aumentaram o tamanho dos problemas na mídia e a desconfiança quase reinou na Toca. Pois tudo se acabou com cinco triunfos consecutivos, três deles como visitante. Vaga carimbada.


Fonte: Nelson Barros Neto - Jornal A Tarde

Rui Carvalho: Tá tudo muito confuso

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"A torcida aqui é muito bonita. Eles não apupam seus jogadores".

Não é de hoje que Artuzinho vem dando suas estocadas na torcida tricolor. Primeiramente ele enche a bola da galera, diz que ela é a melhor do mundo em comparecimento, mas deixa sempre uma ponta de insatisfação quando vem as vaia naturais de uma torcida sofrida e agoniada como está há muito tempo à nação tricolor.

Notadamente observamos que Artuzinho tem o mérito de ser um cara de muita garra e dedicação, mas notadamente também, fica bem visível essa faceta desagregadora, que neste ambiente de melindres, qual é o dos boleros, seus excessos comprometem todo o trabalho desenvolvido e o planejamento fica comprometido.

Cuidado rei Arthur! Suas estocadas nesta grande massa tri colorida pode ser a gota d’água que está faltando para transbordar o copo da desilusão e aí “babaus”.

Arturzinho ainda se disse triste "porque alguns atletas se abalaram emocionalmente".

Ora, meu caro! Abalado está é toda a Bahia esportiva, ao ver escorrendo pelo ralo o sonho de voltar às glórias do passado, afinal são esse jogadores profissionais ou não?

"Alguns não renderam sob pressão. Faltou equilíbrio emocional. Mas o torcedor pode confiar nesse grupo. Tenho certeza que ele dará sua resposta em Natal", acrescentou, nos vestiários.

Esse trecho de sua entrevista publicado no ECBahia, através a pena do Jornalista Nelson Barros, compromete de vez a participação do Bahia para o resto do campeonato, se é que já nesta quarta feira restem ainda esperanças. Como pôde a Diretoria, selecionar jogadores tão despreparados que sucumbem facilmente sob qualquer pressão, quais amadores? Parece até com o time do Leônico em Guanambí, quando tomou os gols necessários ao adversário só por que gritavam – vai morrer, vai morrer, vai morrer das arquibancadas.

"O empate seria bom pra todo mundo"

Com esta frase dita sobre o próximo compromisso do Bahia em Natal contra o ABC, imaginamos qual tipo de jogo será praticado por lá. Vai ser patético ver o tricolor com o bum bum agarrado à moldura do gol de Marcio.

Mas se já há pulga atrás da orelha desta sofrida nação de torcedores, o que disse Cleber, finalmente expõe as víscera do grupo, ("A palavra é comprometimento. Não é de hoje que acontece isso, não adianta jogar só um tempo. Futebol não se ganha só dentro de campo. Se ganha no dia-a-dia") afinal, não tem um discurso aí de “grupo fechado” ou é conversa fiada mais essa vez.

Rui Carvalho, de Lauro de Freitas.
ruicarvalho@atarde.com.br

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Brasileirão B - Incentivo financeiro! Vitória apela.

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Uma reunião da diretoria do Vitória com os jogadores e a comissão técnica retardou o início do coletivo-apronto de ontem, pela manhã, no Barradão. O encontro dos dirigentes Jorginho Sampaio e Alexi Portela Júnior não só serviu para externar a preocupação do clube, a 11 rodadas para a conclusão do Campeonato Brasileiro da Série B, como também incentivar o grupo e definir a nova maneira de premiação, a partir do jogo de amanhã, à noite, contra a Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (São Paulo).

Agora, em vez de bicho por triunfo, os jogadores só vão ganhar se o Vitória alcançar a meta que é a da classificação para disputar a primeira divisão em 2008. O Leão é o quinto colocado, com 41 pontos.Ficou acertado que se o Vitória for o campeão da Série B, haverá a premiação de R$1 milhão para ser rateado entre os jogadores, ou então R$600 mil para chegar entre os quatro primeiros.

Os funcionários também serão contemplados para fazer a “corrente pra frente”. Se o clube subir, eles receberão o 14º salário.Antes, os atletas ganhavam R$500 por vitória e mais R$100 por gol marcado, a partir do primeiro gol.Essa premiação era paga se a equipe continuasse no grupo dos quatro. Se não ficasse, mesmo com o triunfo, o bicho não era concedido.

“Se a diretoria tem cumprido o que vem prometendo, cabe agora a resposta em campo da equipe. Os salários estão em dia e, na sexta-feira passada, o clube quitou os 50% que restavam da premiação pela conquista do Campeonato Baiano deste ano. Restam apenas as três gratificações pelos triunfos diante do Santo André e Marília e o empate com o Ituano, que serão pagas esta semana”, disse o presidente Jorginho Sampaio.Dúvida - O técnico Vadão deixou apenas uma dúvida no time para o jogo contra a Ponte Preta, após o coletivo de ontem, pela manhã, no qual os titulares venceram por 1x0, gol de Adriano: ele não decidiu se promove a estréia de Daniel na lateral-esquerda ou se mantém Alysson.No treino, Daniel começou na equipe de cima e, nos 20 minutos finais, Alysson tomou o seu lugar.

Vadão ficou de conversar com Daniel para saber como ele se sente e, caso a resposta seja positiva, vai confirmá-lo em Campinas. Adriano voltou a ser o grande destaque do coletivo. Marcou um golaço e vai jogar no lugar de Índio, que não acompanha a delegação que segue hoje, às 13h25, com destino ao interior de São Paulo, e fica em Salvador fazendo tratamento no músculo adutor da coxa esquerda.

Jean entra na zaga no lugar de Anderson Martins, que foi barrado, após a fraca atuação diante da Ponte Preta. Ramirez vai substituir o suspenso Vanderson. Para a viagem foram relacionados os seguintes jogadores: Ney, Apodi, Marcelo Batatais, Jean, Daniel, Alysson, Chicão, Ramirez, Bida, Jackson, Adriano, Joãozinho, França, Alex Santos, Anderson Martins, Elcimar, Paulo César, Willians Santana e Marcus Vinícius.

Fonte: Correio da Bahia

Jogadores valorizam vitória sobre o Bahia

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Os jogadores do Rio Branco valorizaram neste domingo a vitória diante do Bahia por 3 a 2, na Arena da Floresta, em partida válida pela quarta rodada da Série C do Campeonato Brasileiro.

Segundo o atacante Juliano César, ter desencantado na competição só foi possível graças ao apoio recibo de companheiros. “Levantei a cabeça, todo mundo me deu força e graças a Deus no segundo tempo consegui empatar o jogo. E mais uma vez pude ajudar o Rio Branco com a ajuda dessa torcida que está de parabéns por ter vindo hoje, que ajudou o Rio Branco a conquistar mais uma vitória”, diz.

Ley revela que o Estrelão necessitava de uma vitória dessa diante de seu torcedor. “A gente estava precisando de uma vitória dessa com garra, determinação e tática acima de tudo. Viemos determinados a vencer e graças a Deus deu tudo certo e pude fazer o gol da vitória”, revela.

Quanto ao pênalti convertido no final da partida, tudo isso é fruto de um trabalho adotado pela comissão técnica e principalmente na figura do técnico João Carlos Cavalo. “Venho treinando bastante. O professor e o grupo têm sempre me dado confiança”, afirma.

Quem esperava que o Rio Branco perderia sua força ofensiva com a saída de Testinha e a entrada de Garanha, se enganou. O atacante soube utilizar de sua experiência para poder ajudar o Rio Branco a seguir com chances de classificação à próxima fase. “Cheguei há três meses trabalhando para que essa oportunidade chegasse e agora agradecendo a Deus por esses sete minutinhos em campo que pude contribuir com essa vitória maravilhosa. Vamos nos cuidar, pois temos uma batalha lá em Itacoatiara”, finaliza.

Futeboldonorte.com

Ta demasiadamente sofrido

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Eu, por mim, ta decidido! Se o tricolor não passar pelo ABC, fazendo o jogo com o FAST apenas pra decidir a seu bel prazer qual a colocação que mais lhe favorece, estarei desde já, fazendo o que já há algum tempo venho matutando. Paro de vez de ler, ouvir ou mesmo assistir jogos de futebol, doravante me dedicarei a outras atividades de lazer, já que esta está mais para agonia. Assim me confessou seu Osmar, velho tricolor de guerra, decepcionado e já sem esperança.

Disse mais: Nunca fui de perder a esperança com facilidade, sou daqueles que mesmo na adversidade, relevo como sendo tudo parte do crescimento, mas com o Bahia, já está demasiadamente sofrido. Vai ser preciso que santos desça dos céus pra botar ordem neste amaldiçoado Clube. Tudo indica foi praga.

Tudo parecia correr normalmente, quando de repente, nota-se uma má vontade insuportável, problemas de grupo aparecem, uma ora é pagode em excesso, outra ora é má vontade pra treinar, expulsões gratuitas, menino vestindo roupa de homem e entregando a rapadura só pra rebolar. Desde o jogo anterior que o garoto Eduardo deu sinais de ainda não estar maduro para vestir o manto tricolor de forma absoluta. É bom de bola, tem futuro, mas precisa ser mais bem instruído. Pintou de chuteiras verde cana e ninguém sequer lhe repreendeu! como pode! Zagueiros, quase sempre têm que cutucar aqui e ali os atacantes e o cara calça chuteiras que o denuncia ao arbitro e ninguém o adverte desse inconveniente. Quem joga na zaga tem que usar chuteira é preta, discreta e não calçados espalhafatosos que o denuncia facilmente e ainda, tome-lhe pedalada, bicicleta próximo à grande área, rebola daqui, rebola dali. Pronto! Azedou de vez. Tem jeito não!

Para o jogo de Natal, partida de vida ou morte para o tricolor, não vai ter Nonato, expulso infantilmente na Arena da Floresta. Charles também fica de fora por contusão nas costelas. Para substituí-los tem: More, jogador inconstante, dá uma no cravo outra na ferradura. Edney completamente sem ritmo de jogo e insatisfeito, certamente não vai colaborar com Artuzinho. Harley, esse veio pra sacanear mesmo! Nem treinar quer mais. Deve estar nas “barcas” de Salvador e de olho na Barraca do Pai na Feira de São Joaquim, de onde jamais deveria ter saído, vai de temporada em temporada, jogar nos Clubes do interior ou nos Intermunicipais da vida, só pra curtir, não é profissional. Amaury, esse parece uma gazela assustada, corre, corre e só.

Como disse antes, Artuzinho, infelizmente, apesar de ser um trabalhador, dedicado e de boas intenções, não tem a virtude de agregar e sempre termina metendo os pés pelas mãos, por isso que nunca conclui seus projetos. Em passando o Bahia pelo ABC, nesta próxima quarta feira, o que já duvido um pouco, é melhor substituí-lo logo ou o Bahia vai amargar mais uma decepção e dessa vez, se ocorrer, não tem volta.

E agora! O que fazer?

Rui Carvalho
ruicarvalho@atarde.com.br